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Antigo hospital abriga muito da história de Brasília
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Antigo hospital abriga muito da história de Brasília

No caminho para Candangolândia ou Núcleo Bandeirante, você já viu umas casinhas coloridas e se perguntou o que eram? Pois então está na hora de conhecer mais sobre a história de Brasília visitando o Museu Vivo da Memória Candanga. O lugar, que hoje funciona como ponto turístico, abrigou o primeiro hospital da capital federal.

Inaugurado em 6 de julho de 1957, o Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira foi montado entre a Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante, e a Vila Operária, hoje Candangolândia. O ponto era estratégico, já que as localidades abrigavam operários, engenheiros e demais profissionais que vieram construir Brasília.

Como outros hospitais ficavam longe, o lugar tinha total infraestrutura, considerada uma das melhores da época. Ao todo, eram 1.265m² de área, edificada em madeira, e contava com ambulatório, centro cirúrgico, administração, residências para médicos e outros funcionários e alojamentos. Além de maternidade, laboratórios, enfermarias, berçário, farmácia e gabinete dentário.

Em 1974, o hospital foi totalmente desativado, já que, em 1960, havia sido inaugurado o Hospital Distrital de Brasília. Em 1983, houve a tentativa de demolição do local. Porém, moradores da área se mobilizaram e pediram o tombamento do espaço.

Em 1985, o pedido foi aceito. Em 1990, o lugar passou a abrigar o Museu Vivo da Memória Candanga, para resgatar o valor histórico da cidade.

O conjunto arquitetônico do museu é composto por 17 prédios de madeira da época da construção de Brasília; área de lanche com mesa, bancos e balanço embaixo de muitas árvores; e parque infantil de madeira.  

O museu é composto por 17 prédios de madeira da época da construção de Brasília. Crédito: Júnior Aragão/SECDF

Exposições históricas e de arte

Além de preservar a história candanga, o museu é um espaço de atuação social, abrigando exposições permanentes e temporárias, encontros para troca de saberes e oficinas.

Poeira, Lona e Concreto é uma das exposições permanentes do museu. Nela, você aprenderá mais sobre a história da mudança da capital do Brasil para o Planalto Central e a construção da cidade. Isso por meio de fotos e objetos da época, como a mobília do Brasília Palace Hotel.

O Cerrado de Pau de Pedro é uma exposição de peças produzidas com madeira recolhida do Cerrado e transformada em esculturas pelo artista Pedro de Oliveira Barros.

A exposição Os muitos Mestres que Enriquecem Nossas Vidas mostra a arte popular de alguns artesãos da região.

Poeira, Lona e Concreto é uma das exposições permanentes do museu. Crédito: Júnior Aragão/SECDF

Projetos para levar a comunidade ao museu

Abertas ao público em geral, o espaço oferece oficinas gratuitas e pagas. Atualmente são ministradas as de tecelagem, cerâmica, costura e de fotografia.

As oficinas são aprovadas pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal e qualquer profissional pode submeter uma proposta de curso ao órgão.

“O nosso intuito é trazer novos projetos sociais para que a comunidade se reconheça na capital”, ressalta Eliane Falcão, diretora do Museu Vivo da Memória Candanga.

Também é possível fazer uma visita orientada por todos os espaços do local. Para isso, basta fazer um pré-agendamento com limitação de 45 pessoas por vez.

Para chegar ao museu de transporte público, é só pegar qualquer ônibus que passe pela EPNB — Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Taguatinga ou Recanto das Emas. É possível também descer na parada da primeira passarela da Candangolândia, sentido saída sul, e caminhar cerca de 5 minutos.

Anote aí

Museu Vivo da Memória Candanga

Setor JKO – Lote D, no Núcleo Bandeirante
De segunda a sábado, das 9h às 17h
Mais informações: (61) 3301-3590
Facebook: @museuvivodamemoriacandanga

* Texto: Neyrilene Costa
estagiária sob a supervisão do editor-chefe Renaro Cardozo

Foto: Júnior Aragão/SECDF

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